quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

E la nave vá.


21/01/2009, upload feito originalmente por Beto Sandall.

Essa semana foi de curso. Foi bom por que eu me encontrei com muitos dos meus amigos e é sempre bom reencontrar pessoas que a gente gosta, se dá bem.
Mais um avião na minha lista.
Já até perdi as contas mas ja sou habilitado em um monte de aviões.
O A330 faz os voos internacionais da TAM e depois de quase 2 anos na empresa, parece que agora to indo pra internacional.
Quem viver verá.
E la nave vá.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Marley e eu / Toni e nós.



Hoje fui ao cinema ver Marley e Eu.

Não lí o livro, mas ver o filme me trouxe a lembrança o Toni. Pra quem não sabe, Toni é um labrador preto que o Julinho ganhou quando a Isadora morreu.
Acho que eu poderia ter escrito o mesmo filme, só que o titulo seria Toni e Nós. Claro, sem o final triste, por que Toni ainda é um rapazinho.

Toni era um labrador preto lindo, um pelo macio, dentes alvos e uma personalidade que só os labradores tem.

Quando era pequenino, ele deu o trabalho que qualquer cãozinho bebê dá. O Igor não gostou muito da idéia de dividir espaço com aquele ser negro, abrutalhado e cheio de energia. Causou um incidence diplomático, por que o Igor começou a querer esconder a comida dele embaixo do tapetinho de crochet de linha que minha mãe fez. E fez o mesmo com os brinquedos, ossos, tudo. Claro, um cachorro de apartamento cobre a comida com tapetinho. Se fosse cachorro de quintal, ia enterrar no jardim. Paciencia.

E Toni foi crescendo e claro, era a alegria da casa, compensado a tristeza de ter perdido a Isadora tão tragicamente. E tinha uma energia, uma alegria... o filme retrata bem o universo dos labradores. São todos iguais.

Na lista de traquinagens do Toni, estão duas sandalias havaianas, muitos rolos de papel higienico, um pacote de bom-bril, meus livros de fotografia que estavam em cima da mesa de centro, a própria mesa de centro, os pés da mesa de jantar, uma lixeirinha de plastico, todas as vasilhas de comida, duas pombinhas de ceramica mexicana, muitos tupperwares que ele pegava na cozinha e por fim, um São Francisco de Assis de madeira, que eu ganhei do Julinho de aniversario, que tinha como função básica proteger os animais da casa, a casa e nós, bípedes.
E assim Toni foi ficando do tamanho do apartamento.
Ele adorava os laguinhos do condominio, mergulhava nas fontes e no lago dos peixes sem se importar com os seguranças do condominio que ja conheciam a figuraça. Era a atração da pracinha.

Mas Toni cresceu demais, ficava muito tempo sozinho no apartamento e isso gerou uma mega ansiedade nele. Não estava muito feliz de ficar sozinho. Labradores (e qualquer outro cão, até mesmo a gente) precisam de companhia e alguem pra brincar com eles. Senao eles ficam ansiosos e tristes. Foi o caso do Toni.
Então não tivemos outra alternativa pra ele, a nao ser conseguir uma casa com quintal e gente pra ficar com ele o tempo todo. E encontramos, felizmente, essa nova casa pra ele.
Hoje ele tem um outro nome.

Mas pra mim e pra quem conheceu ele, será sempre Toni.
Tenho saudade dele e as vezes me bate um baita remorso de nao ter conseguido ficar com ele aqui em casa, junto com o Igor. Mas tenho certeza que ele está numa casa confortável, grande e cheio de espaço pra ele correr e brincar.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Natal 2008 com marida.


Natal 2008 com marida., upload feito originalmente por Beto Sandall.

Marida.
Esse ano vai ser lenha. Mas acredito muito na gente. Sempre.
E assim a gente vai construindo a nossa historia, cheia de coisas e assuntos e percalços.
A gente anda tirando leite de pedra e nao sabemos de onde temos tanta força pra poder tocar o barco.
Nem sempre o vento tá a favor mas tambem tem brisa que vem mansinha, devagar e ajuda a gente a chegar no lugar certo. Certo ?
Essa oração de S. Jorge aí embaixo é pra voce, viu marida.
E salve Jorge!!!!

salve jorge


salve jorge, upload feito originalmente por Beto Sandall.

Diz que esse ano vai ser mega protegido por São Jorge.
Então, sendo assim, peço que role uma proteçao extra pra todos nós, devotos ou não, e que moramos nessa cidade.
Ai vai:

Chagas abertas, sagrado coração todo amor e bondade, o sangue do meu senhor Jesus Cristo no meu corpo se derrame, hoje e sempre. Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me encherguem, e nem em pensamento eles possam ter para me fazerem o mal, armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças quebrarão sem meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrarem.
Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder da sua santa e divina graça, a Virgem Maria de Nazaré me cubra com seu sagrado e divino manto, me protegendo em todas as minhas dores e afliçoes e Deus com a sua divina misericordia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos, e o glorioso São Jorge em nome de Deus, em nome de Maria de Nazaré , em nome da Falange do Divino Espirito Santo estenda-me o seu escudo e as suas armas poderosas defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza dos meus inimigos carnais e espirituais , e de todas as suas más influencias, e que debaixo das patas de seu fiel Ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a Vós sem se atreverem a ter um olhar sequer que me possa a prejudicar. Assim seja com o poder de Deus de de Jesus Cristo e da Falange do Divino Espirito Santo, Amém.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Minha Terra Tem Palmeiras, Onde Cantavam os Sabiás



Apesar de ter sido um dia bacana, com a nova habilitação do 767, infelizmente vi uma cena que poderia classificar de a mais triste desses ultimos dois anos. Quem era comissario da varig vai entender por que.

Quando fomos demitidos em 2006, uma das promessas feitas durante o leilão que vendeu parte da empresa, era de que seriamos reintegrados aos poucos na nova empresa que ia se formar a partir do leião.
E fazendo parte do processo de demissão, tinhamos que levar nossas malas e uniformes, e pra isso, eles pediram que colocassemos os nossos nomes nas malas por que na hora da reintegraçao, iriamos lá busca-las, junto com uniformes etc. Mesmo nao acreditando 100% nisso, assim foi feito e entregamos tudo.

Ontem, enquanto esperava a condução pra ir até o avião, lá na pista do Galeão, olhei para onde era a nossa antiga sala de descanso e reserva, embaixo do nosso antigo DO e um amigo chamou a atençao para o que tinha dentro da sala, e que pudemos ver atravez dos vidros sujos e empoeirados: eram as nossas malas, uniformes, quepes, blaizers, gravatas...
Tudo aberto, jogado, amassado, exposto.... malas arrombadas, com os nossos nomes...
Evidentemente, tudo isso é passado, são coisas materiais que não nos pertence mais.
Porem, simbolicamente, aquilo tudo significou todo o descaso e tudo aquilo que o trabalhador realmente é, para esse governo corrupto e imoral: não somos nada.
Todas os nossos sonhos, as nossas esperanças, o nosso futuro, as nossas vidas estavam simbolicamente alí, representada por aquele monte de camisas e gravatas e blaizers, quepes... tudo amassado, largado, sujo. esquecido.

Como disse minha amiga Anna Dias, postando na minha foto no flickr:

"Lembra da foto que coloquei no meu flick? ...Pois é...tanta criança estudando em escola que não tem cadeira, papel....tanta gente sofrendo em Santa Catarina...e se ver essas imagens!!! Dá ódio!
Sem falar nessa morte nojenta que planejaram para a Varig...aí eu choro! Que pais é esse? Que gente é essa? To em tons pastéis... "

Que gente é essa?

(em tempo, ainda tem muita gente desempregada, os velhinhos aposentados do AERUS estao passando fome, sem dinheiro pros remedios, pros médicos, plano de saude, comida... O que será que a companheira Dilma tem a dizer sobre isso ? Até quando ? )

Emfim o 767.



Ontem fui no Galeão pra fazer a ultima fase da minha habilitação do B767. A primeira fase é o ground school, onde a ANAC estabelece que para o comissario habilitar um determinado equipamento (avião, no caso) tenha X horas de ground school e depois, 0 que seria a segunda fase, uma prática dentro do avião a ser habilitado, junto com um funcionário da empresa, credenciado pela ANAC - os INSPACs. Ou seja, mostrar que a gente sabe abrir e fechar as portas do avião e a localizaçao dos equipamentos de segurança que estao a bordo.

Muito bem. Pra isso, tive que ir ao Galeão, onde os B767 da TAM estão parados, aguardando o vôo da noite para Miami e Nova York.

E quando se fala em Galeão, obviamente falo em INFRAERO também.
E a INFRAERO fez o possivel e o impossivel pra dificultar o nosso acesso na pista do Galeão. Cheguei lá as 9 da manha e só conseguimos entrar no avião por volta de 13 horas.
Eram tantas as burocracias, tanto credenciamento, tanta foto...

Acho que estavam querendo mostrar serviço.

Então, acho que em fevereiro começo uma nova fase na empresa, voltando aos voos internacionais.
Assim espero.

Sobre as fotos ai de cima: eu, marcia e fernando, chegando no aviao, já dentro do aeroporto, depois de quase 5 horas de espera. viva a infraero.
a segunda foto, meus amigos da varig, já dentro do 767, depois do check com o instrutor. revivendo momentos maravilhosos da nossa antiga aviação.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

My favorite things.

Oscar Hammerstein II and Richard Rodgers
Raindrops on roses and whiskers on kittens;
Bright copper kettles and warm woolen mittens;
Brown paper packages tied up with strings;
These are a few of my favorite things.

Cream-colored ponies and crisp apple strudels;
Doorbells and sleigh bells and schnitzel with noodles;
Wild geese that fly with the moon on their wings;
These are a few of my favorite things.

Girls in white dresses with blue satin sashes;
Snowflakes that stay on my nose and eyelashes;
Silver-white winters that melt into springs;
These are a few of my favorite things.

When the dog bites,
When the bee stings,
When I'm feeling sad,
I simply remember my favorite things,
And then I don't feel so bad.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Fritz nos deixou.

Ontem, domingo, o Fritz nos deixou por volta das 19 horas, tranquilo e dormindo.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Fritz.


Fritz.
Meu gato-vaquinha.
Ele apareceu na oficina do Julinho, quando eu morava no Leblon, a muito tempo atras. Mais de 20 anos com certeza. Ele era miudinho, igual a Gata. Só que vaquinha.
Era só orelha, daí o primeiro nome dele foi Morceguinho. Foi a Tati quem deu esse nome.
E Fritz foi adotado como membro da familia por que tinha que ser. Era um gato especial, como todos os gatos que aparecem na vida da gente. Simpático mas nem tanto, como todos os gatos.
Na verdade ele nao era muito sociavel, era na dele.

Crescendo e aparecendo.
E Fritz cresceu junto com a gente, cresceu junto com o Gustavo, o Guilherme, a Isabela, o Alexandre... e foi envelhecendo junto com todos nós... e testemunhando todas as mudanças das nossas vidas. Sempre na dele. E morou no Leblon, depois se mudou pra Barra, foi vizinho da Lenora, invadia o apartamento da vizinha, passando pela varanda... e dormia na cristaleira da sala dela.
Depois ele se mudou pro Santa Monica, junto com todos nós. Foi o pai da Isadora, viu ela crescer e colocou suas marcas de dono do apê, como todo gato mais velho e claro, ele chegou primeiro, era o dono do pedaço. Viu o Igor chegar e crescer... foi seu companheiro e amigo.
Dormia na minha mala de vôo, descansava no fax... comeu caviar, salmão defumado... e adotou minha mãe como segunda dona.

Um passeio por Saint Tropez
Um dia, ele caiu da janela e foi parar direto no estacionamento do prédio. Escolheu o primeiro carro que ele viu e entrou dentro do motor. O carro, que nao era do prédio, nao demorou a sair e levar o Fritz pra um passeio inusitado: ele andou pela barra da tijuca inteira, e foi parar no condominio St Tropez, perto do Downtown. A historia de como descobri ele lá, um dia eu conto.
E ele ficou por lá por uma semana, mais ou menos.
Foi encontrado e levado de volta pra casa, Santa Monica. Tomou um banho de chuveiro, descansou e comeu. Se recuperou logo pra outras quedas que vieram a seguir.

Fiel sim.
Quando minha mãe teve uma parada cardio-respiratória em casa, ele percebeu a gravidade e não saiu de perto dela por nenhum minuto.
Enquanto os médicos faziam procedimentos, ele vigiava atento, do travesseiro, proximo a cabeça da minha mãe. Ele nao entendia o que faziam com ela, e claro, devia estar preocupado por que aquele movimento todo nao era normal na rotina dele.
Acho que nesse momento, ele adotou minha mãe. E não desgrudava mais dela, por que eu nao tava mais morando lá.
E havia uma cumplicidade, claro. Minha mãe entendia todo e qualquer miado. Sabia quando era comida, agua ou pra trocar o jornal. Tomava sol, caçava passarinhos de longe. E tomava conta da minha mãe.

Envelhecendo
Como todo mundo, envelhecer nao é uma tarefa fácil. Principalmente quando se é gato. Acho que o gato nao percebe que esta envelhecendo.
Existem tarefas fáceis de fazer, mas que ficam complicadas quando se perde mobilidade e agilidade. E isso começou acontecer logo, ele nao conseguia mais passar pela varanda e caía lá em baixo (era segundo andar) com muita frequencia. Tanto que minha mãe mandou colocar uma tela pra ele nao passar mais. E nao cair mais.
Subir na pia, beber agua... ficou dificil tambem e as vezes uma ajudazinha era necessaria.
Até que ele caiu pela ultima vez. E quando minha mãe se recuperava de uma cirurgia do fêmur. Resultado: uma fratura na bacia, tirou ele de circuito pra sempre. Fim de uma era de passeios e quedas. E ficou de repouso por muito tempo e nunca mais andou como antes.

Ele está nos deixando
E ele começou a ficar mais quieto, menos participativo... nao dava mais bola pros cachorros, só queria ficar deitado na poltrona e começou a se despedir da gente daquele jeito... quieto e silencioso.
Faz alguns dias que a despedida ficou mais evidente.
Mais frágil, magro pele-e-osso, nao come mais e bebe agua ou leite com muita dificuldade.
Fica deitado, quietinho na poltrona de sempre. Respira insistente, acho que nao sente dores.
Companheiro da minha mãe, ele está nos deixando.

Eu sei que tem céu de gato e de cachorro. E com certeza deve ser muito divertido lá.
Não sei se eles voltam.
O importante é que ficou com a gente esses anos todos, deu muita alegria, foi meu companheiro, companheiro da minha mãe, participou das nossas vidas.
Vou ficar com saudade de voce, Fritz.
Não vou esquecer de voce nunca.

sábado, 29 de novembro de 2008

Tá só o pó.

Gata passa a noite acordada, correndo pela casa, arrasando com a minha tela da varanda... correndo atras do Igor, mordendo as suas pernas fraquinhas... depois corre pro meu quarto, morde meu pé, meu nariz, agarra minha mão e morde, arranha... depois corre pra sala, sobe na tela da varanda, pula na maquina de lavar, morde o Igor... aí de dia, ela fica assim... só o pó.

Salvador

Salvador, final da tarde... O dia tava meio esquisito mas depois abriu e fez um sol brilhante, o céu lindo...
Saí com o Rafa, e fomos passear pela Barra, até chegar na casa dele, que eu nao conhecia.
Salvador tem uma coisa de Rio de Janeiro... parece fim de semana todos os dias.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A volta pra casa.


A volta pra casa é um dos melhores momentos da minha vida ultimamente. Significa que vou entrar no meu apartamento, olhar a sala, ver as minhas coisas, ser recebido pelo IGOR com todos os gritos e ataques que ele dá, vou levar uma surra e multiplas unhadas carinhosas de Gata, vou abrir a porta do meu quarto e entrar e finalmente, tomar um bom banho e colocar minha camiseta, meu short... vou poder ligar meu computador e ficar até a hora que eu quiser... vou poder ia a academia, ver minha mãe, assistir meus programas de tv favoritos, falar com meus amigos, estar com meus amigos, planejar nem que seja um unico e maravilhoso dia/noite com eles.

Voltar pra casa é poder ler meus livros, olhar as minhas fotos, pensar na minha vida, fazer planos pro futuro, desenhar e ouvir música. As minhas músicas.

Voltar pra casa significa tomar chopp no Jobi com a Jussara, o Julinho e o Gustavo. Significa encontrar com a Marida Lenora e fazer um update muito engraçado dos ultimos 7 ou 14 dias.

Voltar pra minha casa, significa olhar pra minha varanda e ver as minhas plantas, fazer meu macarrão com meu molho mais gostoso... caminhar pelo condominio, levar o Igor pra fazer xixi de madrugada, ver a Pedra da Gávea no meu caminho... pegar meu carro e ir até a praia, pegar a bike e sair por ai, sem rumo.

Voltar pra casa significa que o meu trabalho foi feito, bem feito. E significa tambem, que mesmo que seja por pouco tempo, mesmo que seja voltando pro trabalho, eu sei que vou voltar novamente.
Eu adoro o cheiro da minha casa.
Eu adoro as cores da minha casa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Arco Iris na Barra da Tijuca


É isso mesmo. Foi um dia que choveu baldes. Fui no Centro Empresarial do Barrashoping e na saida, vi esse arco iris formado e nao resisti.
O tempo doido esse. Uma chuva do capeta e depois o sol abre, o céu fica azul... mas nao por muito tempo. Foi só pra fazer esse arco iris e deixar a gente um cadinho mais contente.

sábado, 15 de novembro de 2008

A Natureza dá o troco.


Recife.
O hotel é em Piedade, uma continuação da praia de Boa Viagem, mais ao sul.
A faixa de areia entre o hotel e a praia ficou em torno de uns parcos 5 metros ou menos na extensão da praia.
Na primeira foto, tem a faixa de areia e os recifes (ou arrecifes) e foi tirada por volta de meio dia. No final da tarde, o mar avança sem dó nem piedade (rsrsr) e enfrenta as pedras que foram colocadas justamente como proteçao contra a violencia das ondas, proximo aos prédios da orla - inclusive o proprio hotel.
É a natureza dando o troco e avisando que o bicho vai pegar.
Se cuida.

Porto Alegre, com o Gustavo Peres

Foto do terraço do Café da Casa de Cultura Mario Quintana, que era originalmente o Hotel Majestic

Fachada da Casa de Cultura Mario Quintana

Comentário da Ana no meu Flickr, que eu reproduzo aqui:
"Majestic Hotel. Tem histórias e fantasmas ótimos...depois empresto o livro que conta. Acabou seus dias como hotel tendo um único hóspede durante anos: o MQ. Mas isso dá p/ sentir lá, não dá?"


Hoje falei com o Gustavo Peres e combinamos de nos encontrar na Casa de Cultura Mario Quintana no centro de Porto Alegre.

Já eram 6 da tarde quando finalmente decidimos aonde nos encontrar e que horas. Adorei a ideia de conhecer a Casa de Cultura.

Eu nao conhecia o lugar e na verdade em Porto Alegre dificilmente saio por que nunca chego a ficar mais de 12 horas... geralmente chego muito cansado.

Saí do hotel por volta de 7 da noite e fui caminhando pela Rua da Praia até chegar na Feira do Livro. Aproveitei pra dar uma olhada nos livros, até pra fazer uma hora pra encontrar o Gustavo. É bem perto do hotel e ia chegar muito mais cedo que ele. Aproveitei de dei uma olhada na feira, que alias vai ser minha proxima programaçao em Porto Alegre.

Quando encontrei com o Gustavo, subimos até o ultimo andar, onde funciona um Café super simpático.
Conversamos muito, me contou da Cataluña e viajei no seu caderno de desenhos. Fique sabendo mais da sua história e contei mais sobre a minha.
Nos arrepiamos quando falamos do Rio de Janeiro e do estilo de vida dos cariocas, nos emocionamos quando falamos dos nossos planos, do futuro, dos amigos, dos nossos pais, do nosso passado.
Falamos sobre os nossos amores, as viagens, nossos trabalhos... concordamos e discordamos.
O cenário foi um fim de tarde em Porto Alegre, inicio da noite e musicas perfeitas.

Foi muito bom encontrar o Gustavo, que eu nao via a muito tempo.

É tão bom a gente poder abraçar nossos amigos e dizer pra eles o quanto eles são importantes pra vida da gente... E foi delicioso tambem poder dizer pra ele que foi muito bom reencontrá-lo, o quanto ele é querido... e como eu gosto do trabalho dele!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

domingo, 9 de novembro de 2008

Fernanda e Gustavo.


Gustavo é meu sobrinho. Ele vai casar com a Fernanda no final do ano que vem. Hoje fomos ao casamento do Hamed, meu primo e em meio a festa do casamento, a Fernanda e o Gustavo me convidaram pra ser padrinho de casamento deles.
Na hora eu nao soube muito o que dizer. Nunca fui convidado pra ser padrinho e a minha primeira reação foi nao acreditar, achava que eles estavam de sacanagem comigo. Eu, padrinho ?
O convite veio no meio de uma festa de casamento, portanto, eu tava no clima mesmo e fiquei muito feliz com o convite deles.
Puxa, ser padrinho de casamento do meu sobrinho...
To feliz da vida por que to me achando mega importante.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008



Então ficamos assim combinados. Dia desses, Gata descobriu que podia escalar a tela mosquiteira, que o Toni com sua sutileza paquidérmica destruiu, ou melhor, tentou destruir por que a tela foi mais forte e resistente que ele.
Aí ela escala, mas o buraco da tela é mais embaixo e ela sobe e depois desce.
Quando ela desce, ela se depara com o buraco (sempre, mas pra ela é sempre uma surpresa, aquele buraco. vai entender) e ai ela passa primeiro a cabeça, depois as patas da frente, depois o corpo e pronto. Livre!
Eis que ela descobre que a poucos passos da tela mosquiteira, tem uma jardineira gigante, que fica do lado de fora da varanda. E nessa jardineira tem uma salada maravilhosa. Salada du Chef.
Gracias, Gata.

Fly me to the moon, please.

To tentando achar essa musica com a Zizi Possi.
Mas com a Diana Krall é lindo tambem. Com o Sinatra idem.
Vale a pena ouvir/ver.
Beijos pra voces.
Boa noite que eu vou dormir que tá tarde a beça e eu to mega gripado.
Alias, agradeçam a minha gripe, por que se nao fosse ela, nao ia colocar esses posts todos.